António Marquês, presidente da AIMinho, não está do lado daqueles que marcham nas ruas mas partilha algumas das preocupações.
As medidas de controlo do deficit deviam ter sido tomadas atempadamente e agora “pecam por tardias”.
O aumento dos impostos, com o IVA a passar para 23 por cento, leva à perda de competitividade das empresas e à diminuição da procura; ou seja: pode-se estar a brigar as portas do país a uma nova recessão.
António Marques avisa que juntando o pacote anunciada por José Sócrates ao pagamento de portagens nas SCUTs, o governo arrisca-se a produzir uma “mistura explosiva”.
“Algumas empresas do Minho irão ver, desta forma, agravados os seus custos em 89/90 mil euros por ano”, refere.